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Dias muito turbulentos nos mercados, com a indefinição política na Itália a gerar ondas de choque. Não ficámos imunes e o PSI teve um início de semana francamente negativo. Neste momento, os investidores devem seguir o que acreditam. Eu acredito num ano positivo na bolsa, logo, acabei por reforçar o portfolio.
No BCP a notícia da venda da operação na Grécia não surgiu, o que, associado à conjuntura Italiana, levou a uma descida da cotação para os 10,8/10,9 cts. Poderá ser um ponto de entrada. Eu não vendi, dado que acredito numa subida, pelo menos, até perto dos 12 cts. A notícia do regresso ao Stoxx 600 é boa.
A GALP teve boa recomendação e parece estar a tentar reagir e voltar a melhorar aos olhos dos investidores. Há receios que a ENI volte ao mercado para vender parte da participação, o que pressionaria o título em baixa, a partir do final de Fevereiro.
A Jerónimo Martins continua a bater máximos históricos, no entanto, na ressaca da apresentação de resultados, os títulos iniciaram o dia 27/02 em forte queda. Entrei com uma primeira tranche de posição de longo prazo.
Nota para o BES, muito castigado neste últimos dias. Parece encaminhar-se para o €0,90, mas pode não chegar lá. Pelo sim, pelo não, completei a minha posição de longo prazo no título.
Estamos em dias de semear para colher mais tarde, isto para quem acreditar que o mercado está em fase de crescimento. Os próximos dias continuam incertos, mas até poderemos assistir ao alívio destas fortes quedas recentes. Mas nunca se sabe...
Nota: Estes posts são apenas registo de operações e reflexões pessoais. Não devem ser interpretadas como aconselhamento, nem assumo responsabilidade pelas consequências para quem seguir algo aqui escrito. Para esse efeito há entidades profissionais e especializadas.