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Quinta-feira, 10 de Janeiro de 2013

Natal 2012

Não acontece todos os anos, mas desta vez a escolha dos vinhos para a ceia de Natal ficou sob minha responsabilidade. O desafio é sempre estimulante e havia 2 aspectos a considerar: limitações orçamentais e grupo alargado, diversificado e com escola de tintos do Douro. Assim, o plano inicial passava por um tinto suave, consensual e pouco taninoso para não chocar com o bacalhau cozido com todos e um tawny 10 anos para as sobremesas da época. Tive a sorte de receber uma caixa de Murganheira Vintage, que iniciou a noite.



Num exercício restrospectivo, concluo que o arranque foi muito importante. Não se investiu muito nas entradas - pão e tostas com paté - com todo o sentido, já que parte do grupo estava à volta do fogão, travessas e mesa. Assim, as flexibilidade e mobilidade do espumante e acompanhamento permitiram que todos provassem o Murganheira Vintage 2005, que se mostrou com os aromas complexos de tosta e panificação, uma acidez fresca, mas suave, numa boca com algum volume e um final equilibrado e sedutor. A aprovação foi geral e teve o importante efeito de criar um ambiente muito positivo no capítulo vínico e contribuir para a boa-disposição geral. Um grande espumante nacional.

 

 

O vinho para acompanhar a refeição era o desafio mais complicado. Pessoalmente não escolheria tinto, mas não era o único a jantar e a opção foi de compromisso. Foi o Papa Figos 2011 que acompanhou o prato principal e esteve muito bem. Para a melhor harmonia possível, deveria escolher um vinho com acidez suave e taninos muito macios. Dado que no Douro se está a aderir ao estilo sumarento, a escolha foi por esse perfil e, dentro deste estilo, o Papa Figos era o que apresentava corpo mais composto. Procurava algo suave, mas que não se confundisse com um suminho. Aberto com cerca de uma hora de antecedência, mostrou-se à altura e houve quem continuasse a beber no pós-jantar.


 

 



O tawny 10 anos era a escolha mais egoísta, já que os presentes não são adeptos de Vinho do Porto. A opção acabou por ser pelo preço. O Offley 10 anos esteve uns dias com desconto de 50% no Pingo Doce, período que coincidiu com uma passagem minha por lá, e saltou para o cesto. Mostrou uma cor de transição entre o rubi e o caramelo, com aromas em que os frutos secos estavam em fundo, com notas de marmeldas e comportas a terem maior protagonismo. Na boca estava bem suave, com a ligeira untuosidade do género e uma acidez bem dominada, e o conjunto muito agradável até ao final médio.


As horas passaram de forma bem rápida, com boa comida e bons vinhos a contribuírem para mais um Natal em família, feliz e harmonioso. No final do ano há mais.

publicado por Ricardo Cruz às 19:16
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