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Quinta-feira, 3 de Janeiro de 2013

Jantar 08 Dezembro 2012

O Natal é o expoente máximo do espírito festivo em Portugal e ainda conta com a passagem do ano como reforço. Claro que o espírito Natalício não se esgota em duas ceias e outros tantos almoços. Porquê ficarmos por uma semana quando podemos festejar durante um mês? Claro que não faz sentido, logo carregamos a agenda de jantares com amigos, colegas de trabalho, familiares com quem não passamos as ceias, padrinhos, afilhados e tudo o que a imaginação conseguir inventar.

Um deles, intimista face às 6 pessoas presentes, saiu “à casa”. Coisa simples e descontraída, em que a época foi apenas a justificação para se juntar uns amigos. Reinaram a boa disposição e os brindes da praxe, em especial para um novo rebento que deverá nascer em meados de 2013.

No frigorífico, o espumante rosé bruto das Caves da Montanha esperava a sua hora. Dada a presença feminina em proporção maioritária e aparecerem umas tostas com paté para enganar o estômago, a hora para fazer saltar a rolha chegou. E esteve muito bem. Os inevitáveis frutos vermelhos surgiram em bom equilíbrio, a acidez bem controlada contribuiu para uma textura suave e agradável, pelo que o conjunto saiu apelativo. Em consequência, voltou à mesa numa festa de aniversário, em que harmonizou de forma muito interessante com o respectivo bolo. Nova consequência, apareceu na passagem do ano pelas mão de uma das convidadas do dito aniversário. Uma história curiosa.


 

 

A noite não se ficou pelo espumante. Um dos convidados teve a amabilidade de trazer uma garrafa de vinho tinto e não deixámos de o abrir: JP Private Selection 2009. Estou habituado à exuberância aromática da casta Castelão, pelo que o nariz surpreendeu-me pela delicadeza que mostrou. Na boca, boa frescura, corpo médio e taninos suaves, muito agradável. Esteve bem a acompanhar uma massa com carne, que passou pelo forno.

 

 

 

Nada de notas de prova demasiado sofisticadas, porque a hora era de socializar (nestes momentos, aposto mais em vinhos fáceis e consensuais). Bons momentos, boa companhia, vinhos agradáveis, crise esquecida por umas horas... Que mais pedir num sábado à noite?

publicado por Ricardo Cruz às 17:56
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