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Segunda-feira, 5 de Novembro de 2012

LER - Outubro 2012

 

Os destaques da capa prometiam e o interior não desiludiu. A entrevista a António Osório despertou a curiosidade para um nome desconhecido, que teria dito “Não compreendo o mal. Para mim não existe.” O perfil seguro, positivo e confiante do poeta marcou esta entrevista e diferenciou-a do habitual. Os restantes conteúdos mantiveram o interesse que já esperamos, ao lado de uma mão cheia de boas sugestões de leitura, o que torna a LER uma revista muito coesa, com um nível de qualidade muito elevado. Trocando em miúdos: comprar todos os meses, porque vale a pena.

Outros destaques:

 

- Ler é Maçada: Pedro Mexia à volta com a borracha e a sua sucessora: a tecla delete. Pelo meio, o undo e a tremenda alegoria. Uma delícia;

- Os meus primeiros anos: excertos de José, “novela” autobiográfica agora editada, com episódios fundamentais para se conhecer melhor Rubem da Fonseca;

- Joseph Anton: uma Fatwa pode mudar a vida de alguém? Para Salman Rusdie inciou pelo nome. As memṍrias estão por aí;

- Aginter Press: novidade completa para mim, a existência de um grupo de mercenários de extrema direita sediada alguns anos em Portugal e peões de Salazar na guerra em África.

 

Sugestões de compra: Se Fosse Fácil Era para os Outros, de Rui Cardoso Martins; Currency Wars, de James Rickards; Ter ou não Ter – Uma Breve História da Desigualdade, de Branco Milanovic; Os Tambores da Chuva, de Jorge Skandeberg; Os Manuscritos de Aspern, de Henry James; Histórias de Londres, de Enric Gonzaléz; Até ao Fim, de Ian Kershaw.

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publicado por Ricardo Cruz às 17:41
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