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Segunda-feira, 22 de Outubro de 2012

Crise da Dívida - 22 Outubro 2012

Há uma diversidade notável nas mensagens que recebemos no nosso mail. Esta semana recebi, de novo, uma citação atribuída à filósofa de origem Russa Ayn Rand:

 

"quando se perceber que, para produzir precisa de uma autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negoceia não com bens mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e pela influencia mais que pelo trabalho, e que as leis não os condenam mas os protegem; quando perceber que a corrupção é recompensada e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem receio de errar, que a sociedade está condenada"

 

Esta reflexão tem um aspecto curioso. Em conjunturas económicas mais prósperas há tendência para encolher os ombros e despachá-la como mais um lirismo. Quando passamos por uma crise como a actual ganha novos contornos, porque precisamos de PIB e não temos. Percebemos que gerir países com base em dívida pode ser inevitável, mas, quando o endividamento não origina PIB sustentável, leva a crises cíclicas graves.

Dado termos indicadores em % do PIB, vemos que estamos à porta de um ciclo vicioso de austeridade que origina recessão que exige mais austeridade que aprofunda a recessão...

Enfim... Gostaria de pensar que vamos aprender com esta crise, mas já é a terceira presença do FMI por cá, pelo que não estou muito optimista neste aspecto.

publicado por Ricardo Cruz às 13:19
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