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Nos últimos meses, a sensação de que se bebem alguns vinhos tintos muito cedo tem vindo a ganhar peso na minha vivência desta extraordinária bebida. Começou com alguns de gabarito que despertaram a simples pergunta: como evoluirá?; entretanto, aparece informação sobre a relação entre longevidade, acidez e estrutura, que acrescentou um novo ângulo na degustação.
Um apreciador certamente valoriza provar um vinho no auge, mas quem sabe o que isso é? Será que todos o consideram o auge, sendo o prazer da degustação algo tão subjectivo? Existe um auge técnico? Eu não sei, só tenho dúvidas. Nesta primeira experiência, juntei um grupo de vinhos que, parece-me, podem melhorar com a passagem do tempo e procuro 3 coisas nos tintos: desenvolver o bouquet, arredondar os taninos, suavizar a acidez. Não tenho a certeza que a guarda o faça, mas logo veremos quando chegar a hora... Também estão lá alguns alvarinhos, casta de reconhecida longevidade potencial.
Não são de vinhos de topo, mas maioritariamente de guarda média, pelo que a partir de 2014 algumas rolhas vão saltar. Espero que o sossego e os 21º dos arrumos contribuam de forma positiva.