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Neste período de Março/Abril 2012 deparei-me, algumas vezes, com uma característica de alguns Douro com preço a rondar os €5,00 (alguns com classificação de reserva): falta de estrutura de taninos.
A primeira explicação é simples: não te faças de sabichão, lá sabias o que era isso dos taninos para perceberes alguma alteração. Há algo a considerar no argumento, mas sabia o que é adstringência, logo...
Segunda hipótese, sabias o que é adstringência, mas será que confundias com a causticidade do álcool? Talvez...
Terceira hipótese, será que o perfil deste segmento, no Douro, está a mudar? Talvez.
Eu leigo, confesso: tenho a impressão que alguns players do Douro estão a sacrificar estrutura para ganhar elegância. A apontar para vinhos mais amigáveis e fáceis de beber, mais virados para o mercado de massa.
Qual a minha opinião? Eu prefiro com corpo que envolva e suavize os taninos, mas também sei que não o posso ter em todos os segmentos. Mas também desejo produtores com rentabilidade, que consigam sustentabilidade no negócio. O que tem que ser tem muita força, mas não vão longe demais e deixem-nos alguns vinhos de gama média com estrutura, pf.