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Quarta-feira, 9 de Maio de 2012

Alguns Douro e os taninos

Neste período de Março/Abril 2012 deparei-me, algumas vezes, com uma característica de alguns Douro com preço a rondar os €5,00 (alguns com classificação de reserva): falta de estrutura de taninos.

A primeira explicação é simples: não te faças de sabichão, lá sabias o que era isso dos taninos para perceberes alguma alteração. Há algo a considerar no argumento, mas sabia o que é adstringência, logo...

Segunda hipótese, sabias o que é adstringência, mas será que confundias com a causticidade do álcool? Talvez...

Terceira hipótese, será que o perfil deste segmento, no Douro, está a mudar? Talvez.

Eu leigo, confesso: tenho a impressão que alguns players do Douro estão a sacrificar estrutura para ganhar elegância. A apontar para vinhos mais amigáveis e fáceis de beber, mais virados para o mercado de massa.

Qual a minha opinião? Eu prefiro com corpo que envolva e suavize os taninos, mas também sei que não o posso ter em todos os segmentos. Mas também desejo produtores com rentabilidade, que consigam sustentabilidade no negócio. O que tem que ser tem muita força, mas não vão longe demais e deixem-nos alguns vinhos de gama média com estrutura, pf.

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publicado por Ricardo Cruz às 18:11
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4 comentários:
De airdiogo a 15 de Maio de 2012 às 09:54
Também tenho verificado essa tendência de diminuição de taninos.

Acho acaba por se justificar pelas preferências da maioria dos consumidores que prefere os vinhos mais fáceis de beber.

Infelizmente com isso o Douro descaracteriza-se e não consegue competir em termos de preço com outras regiões (como o Alentejo por exemplo).

Um erro, na minha opinião, e que pode ter consequências no futuro. Mas compreendo que é preciso vender e ganhar dinheiro com o negócio. Mas a visão a longo prazo também não se pode perder.
De Ricardo Cruz a 15 de Maio de 2012 às 13:03
Caro Diogo
Inicio pelas saudações e manifestar a honra com a presença de um blogger consagrado neste espaço.
Fico satisfeito por teres a mesma impressão, reforça a ideia da tendência. Era engraçado ter uma opinião técnica sobre o tipo de trabalho na adega que origina este perfil de vinho. Devemos ter vários produtores divididos entre a rentabilidade e identidade. Dos que provei, o Milhafre Negro e o Fraga da Galhofa Reserva mantêm carácter, mas outros demonstram as tuas palavras e ficam um pouco descaracterizados.
De airdiogo a 15 de Maio de 2012 às 13:27
Sou leitor assíduo do blog, apesar de comentar poucas vezes.

Quanto ao trabalho de adega só posso especular que passe por uma menor extracção e contacto de forma a atenuar a intensidade, juntamente com o loteamento correcto. Mas é uma questão para a qual gostava de saber a resposta.
De Ricardo Cruz a 16 de Maio de 2012 às 13:33
Caro Diogo
Então volta sempre, que eu também retribuo as visitas (penso que já notaste na coluna do lado...)

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