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Eles andam aí... As prateleiras já apresentam um novo número nas garrafas de vinho: 2011. A curiosidade comprou 2 garrafas lá para casa, Casal do Cerrado e Quinta da Alorna, mas a curiosidade não chega. A verdade é que a vontade de consumir brancos não acompanha o aumento dos apelos com origem nas prateleiras. Preciso de mais uns graus de temperatura meteorológica - ainda vou trabalhar de sobretudo vestido – para o peso deste tipo de vinho ganhar nova dimensão no meu consumo. Sublinho que sou adepto de brancos, nunca paro de os beber, como nunca deixo de beber tintos (harmonização oblige), mas reconheçamos a sazonalidade do consumo. Espreitei os frágeis apontamentos do Alorna 2010 e encontrei o adjectivo refrescante. Nesta altura conseguimos reconhecer a frescura de um vinho, mas sentiremos o que alguns brancos têm para nos proporcionar, como serem refrescantes? E será que mais umas semanas de garrafa têm um contributo positivo para dar à bebida? Nada como experimentar, claro... Já será altura para beber os famosos leves, frescos e frutados?
Para mim ainda não é hora, mas falta pouco... A hora é de chover, mas não passa de um mero impotente desejo.