Este blog é a materialização de duas necessidades humanas: expressar o que nos passa pela cabeça e guardar para consulta futura. Não possuo formação específica sobre as matérias abordadas, logo, este blog é apenas um espaço aberto de opinião.

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Quarta-feira, 14 de Dezembro de 2011

Momenta vs Revista de Vinhos - O que é?

Há várias formas de aprender e evoluir, mas o contacto com quem sabe mais do que nós é das fórmulas de maior sucesso e mais utilizadas na história da humanidade. É, então, com naturalidade que decidi fazer um exercício comparativo entre as minhas impressões e as notas de prova que acompanham os vinhos que a Revista de Vinhos nos disponibiliza por €6,00 e que acompanham cada edição. O carácter masoquista deste exercício ofusca, tal a forma como luzes de néon fluorescentes o destacam, mas também a humildade é essencial ao desenvolvimento. No entanto, neste mundo do vinho não faltam motivos para justificar eventuais discrepâncias: a temperatura, os copos, a data de prova (com impacto na evolução do vinho), as viagens da garrafa, as condições de transporte e armazenamento, o nosso estado de espírito, etc... Optei por provar umas semanas após a compra, altura em que as notas de prova estão menos presentes na memória e apenas comparar após escrever as minhas próprias impressões. É uma abordagem possível; poderia optar por beber com a revista à frente e enriquecer a minha prova com as dicas dos especialistas, mas preferi este caminho. E vou segui-lo de forma determinada, sem cair em tentações, porque se há alguém que tem a ganhar com isso sou eu próprio. Pelo menos, assim o espero.

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publicado por Ricardo Cruz às 11:34
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Terça-feira, 25 de Outubro de 2011

Momenta vs RV - Foral de Montemor

Há várias formas de aprender e evoluir, mas o contacto com quem sabe mais do que nós é das fórmulas de maior sucesso e mais utilizadas na história da humanidade. Foi, então, com naturalidade que decidi fazer um exercício comparativo entre as minhas impressões e as notas de prova que acompanham os vinhos que a Revista de Vinhos nos disponibiliza por €6,00 e que acompanham cada edição. O carácter masoquista deste exercício ofusca, tal a forma como luzes de néon fluorescentes o destacam, mas também a humildade é essencial ao desenvolvimento. No entanto, neste mundo do vinho não faltam motivos para justificar eventuais discrepâncias: a temperatura, os copos, a data de prova (com impacto na evolução do vinho), as viagens da garrafa, as condições de transporte e armazenamento, o nosso estado de espírito, etc... Optei por provar umas semanas após a compra, altura em que as notas de prova estão menos presentes na memória e apenas comparar após escrever as minhas próprias impressões. É uma abordagem possível; poderia optar por beber com a revista à frente e enriquecer a minha prova com as dicas dos especialistas, mas preferi este caminho. E vou segui-lo de forma determinada, sem cair em tentações, porque se há alguém que tem a ganhar com isso sou eu próprio. Pelo menos, assim o espero.

 

 

Vinho Foral de Montemor
Tipo / Ano Tinto 2008
Castas Touriga Nacional, Alicante Bouschet, Petit Verdot, Cabernet Sauvignon, Syrah
Região Reg. Alentejano
Produtor Soc. Agrícola Gabriel Dias & Irmãos


Aspecto Rubi bem fechado, bordo violáceo
Nariz Frutos vermelhos e pretos, especiarias, madeira ligeira
Boca Corpo e acidez médios, taninos redondos. Madeira bem integrada, seco, mostra alguma personalidade até ao final médio, com o perfil do nariz e boa secura


Nota 16
Data Prova Outubro 2011
Preço €6,00, Revista Vinhos

 

Nota de prova da Revista de Vinhos: Muito fruto exuberante com notas expressivas de amoras e framboesas. Na boca firme revela corpo médio, taninos polidos mas presentes, boas notas vegetais a dar garra ao final fresco. Uma óptima companhia para os grelhados do final do verão.

 

 

Um vinho bem agradável, já que tem uma presença de boca nada pesada, mas sem perder qualidade ou personalidade. Gostei, muito bom.

 

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publicado por Ricardo Cruz às 09:35
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Sábado, 12 de Março de 2011

Início

Nasce mais um blog na internet… Escreve-se mais um post incial… E o que se escreve num post inicial? Certamente o motivo da criação do blog e o que se pretende fazer, ou seja, a proposição (assim mesmo, à Lusíadas).

Este espaço tem um objectivo muito simples e claro: servir de repositório para momentos que eu queira guardar sob a forma escrita. Mas não tenho interesse num diário ou similar; a motivação para este espaço virtual é uma necessidade (mais do que mera vontade) de materializar sensações e/ou reflexões. Somos seres pensantes e eu cultivo a reflexão há muitos anos (aquela que está ao meu alcance, claro), pelo que a escrita surge como o meio natural para “dar vida” tudo o que se passa na nossa cabeça. Não no sentido catártico pontualmente envolvido em processos de escrita literária, mas simplesmente para mais tarde recordar.

Os temas mais frequentes serão leituras (livros e revistas) e vinhos e é importante realçar que não há qualquer aspiração a fazer crítica, mas apenas registar as ditas sensações/reflexões que aqueles momentos originaram.

A primeira história é a da escolha do nome, momenta. Passei por várias hipóteses e uma quase foi escolhida, barricardo, no entanto, havia coisas parecidas e achei um pouco redutor. Estava a pensar à volta de reflexões, sensações (sensações em barrica foi outra hipótese), mas quando cheguei a momentos achei que era isso. E entre alternativas vedadas e variações diversas ficou momenta que o Google traduz como “os momentos de”. Era preciso mais?

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publicado por Ricardo Cruz às 20:50
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