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Sexta-feira, 18 de Setembro de 2015

Orquestra tinto e um arroz de pato

Orquestra_T_08_Vinho.JPG

Anunciava-se um jantar de família com arroz de pato. Este prato não tem sabor muito forte e tanto a textura da carne como a do arroz cozinhado na calda do pato é mole. A minha preferência atual vai para uma harmonização com vinhos tintos velhos/evoluídos. Dado ser dia de semana, não tinha tempo para preparar um vinho desse perfil, portanto, recorri ao que estava mais à mão e este 2008 era a melhor opção disponível (saiu há uns meses com a Revista de Vinhos).

Gostei muito do vinho, com fruta bem definida no aroma e boca com sensação de volume e taninos bem finos e integrados. Saboroso, ligeiro docinho, muito agradável na boca, ficamos com o palato a pedir mais. No final ainda temos um pouco de acidez a mostrar-se. Muito bom.

Orquestra_T_08_Prato.JPG

Em termos de harmonização cumpriu. Ligou bem na boca, mas no final (retronasal) a acidez saía realçada (por vezes fazia aquela subida ao nariz...), que impediu sucesso total. Mais uma vez, a ideia de um tinto mais velho ficou reforçada. Mas ainda vou experimentar com um branco encorpado e com alguns anos, tenho a impressão de que também vai correr bem.

publicado por Ricardo Cruz às 13:34
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