Este blog é a materialização de duas necessidades humanas: expressar o que nos passa pela cabeça e guardar para consulta futura. Não possuo formação específica sobre as matérias abordadas, logo, este blog é apenas um espaço aberto de opinião.

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Quarta-feira, 2 de Julho de 2014

Jantar "p'ró mundial"

 

 

Coisas da vida... A família aumenta e o que exige de nós acompanha. Resultado: segundo post consecutivo sobre vinho com enquadramento familiar. Parece que conciliar desta forma pode ser uma alternativa. Há que usar imaginação e jogo de cintura.

Com descendência entusiástica pela bola, a inevitável caderneta foi motivo para nos juntarmos com um casal de amigos que está a partilhar esta coisa de colecionar cromos. A convidada gosta de brancos e o convidado de tintos do Alentejo. Espreita-se a amostra de garrafeira que se consegue ter e, tal coelho da cartola, saltam 2 garrafas: Dona Berta Creoula Reserva branco e Monte da Raposinha (saiu com uma edição da Revista de Vinhos). Ambos estiveram à altura do acontecimento, os convivas gostaram e contribuíram para um serão com boa disposição (nota: este evento ocorreu antes da desilusão de junho 2014). O Dona Berta caracterizou-se por um perfil aromático relativamente discreto, com a mineralidade e algum fumo a destacarem-se. Na boca mostrou a acidez típica do Douro, por vezes com notas mais amargas, um corpo interessante e uma textura suave, a começar a mostrar cremosidade. Qualidade elevada para um vinho de gama alta. O Monte da Raposinha mostrou-se também em muito bom nível, conseguindo um equilíbrio que se destacou. Alia intensidade aromática, frescura, textura suave e prazer na prova: um vinho muito bem conseguido.

Enfim, não foi noite de grandes análises e dissecações dos vinhos, mas sim de usufruir deles da forma para que foram elaborados - enriquecer a refeição e o momento de convívio - o que conseguiram. Felizmente, na questão desportiva, a esperança ainda tinha lugar no nosso espírito e não prejudicou o momento.

publicado por Ricardo Cruz às 18:16
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