Este blog é a materialização de duas necessidades humanas: expressar o que nos passa pela cabeça e guardar para consulta futura. Não possuo formação específica sobre as matérias abordadas, logo, este blog é apenas um espaço aberto de opinião.

.posts recentes

. Palmer's & Co Vintage 200...

. Quinta do Carmo 2014

. Dona Maria 1974

. Bafarela Grande Reserva 2...

. Quinta Cidrô Boal 2014

. Ventozelo Reserva 2014

. Castello D'Alba Vinhas Ve...

. Luís Pato Maria Gomes

. Langhe Nebbiolo 2010

. Ribbonwood Pinot Noir 201...

.tags

. todas as tags

.arquivos

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Janeiro 2014

. Dezembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Agosto 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Dezembro 2011

. Novembro 2011

. Outubro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Março 2011

Sexta-feira, 26 de Setembro de 2014

Harmonização vinho e comida: notas organoléticas

2014 já deixou uma marca no meu percurso enófilo. Depois de 4 anos mais focado na caracterização dos vinhos que provava e nos primeiros passos na aprendizagem sobre este mundo imenso dos vinho (leituras, visitas, provas, conversas, etc...), este é o ano do arranque da harmonização.

Sou, essencialmente, consumidor de fim de semana e sempre à mesa. Até agora, utilizava as orientações genéricas (peixe-brancos, carne-tintos, etc...), mas não sou muito dado a seguir regras que não compreendo ou não consigo confirmar, logo, comecei a fazer os meus testes na procura das combinações vinho/comida que mais me agradam. Não estamos em fase de balanço, mas sim de arranque, portanto, ainda não é altura de aprofundar este aspeto.

A questão a sublinhar é que esta direção fez-me redescobrir as famosas notas organoléticas (essencialmente aromas). Famosas, porque polémicas, porque lemos descrições que mais parecem fruto da imaginação de quem as faz, do que perceções emanadas do nosso apaixonante néctar. Quando tiver 20 anos de provas, talvez me pronuncie sobre estas quase risíveis descrições. Na harmonização, a ligação entre sabores de vinho e comida é um dos aspetos mais importantes e, por esse motivo, a caracterização de um vinho mais cítrico ou mais especiado, mais intenso ou mais delicado, torna-se um fator importante na escolha para uma determinada refeição.

Descortinar mil e um aromas e sabores para brilhar num texto ou conversa é potencialmente vazio de interesse; mas a caracterização organolética e a definição de um perfil é, sem dúvida, um aspeto importante para quem tem sensibilidade para a harmonização vinho/comida.

publicado por Ricardo Cruz às 18:43
link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.links

.pesquisar

 
blogs SAPO

.subscrever feeds