Este blog é a materialização de duas necessidades humanas: expressar o que nos passa pela cabeça e guardar para consulta futura. Não possuo formação específica sobre as matérias abordadas, logo, este blog é apenas um espaço aberto de opinião.

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Terça-feira, 18 de Março de 2014

Muros Antigos - Branco 2012

Depois de 3 meses de inverno rigoroso, os primeiros raios de sol e as temperaturas amenas são um convite irrecusável para respirar um pouco de ar puro e levar a família a almoçar à beira-rio. Num destes sábados soalheiros, o almoço foi no restaurante O Cangalho, local de boa comida tradicional, preços sem exageros, bem como carta de vinhos muito bem escolhida e com preços sensatos (sim, daqueles que convidam a que se beba vinho num restaurante sem nos sentirmos insultados por margens vergonhosas).

Uma das vantagens de estar em Vila do Conde, terra – também - de pesacadores, é que há oportunidade de se comer um peixe fresco. Veio então um robalo com um pouco mais de 2 kgs, que deliciou os 4 comensais adultos. Os prato e dia sugeriam algo fresco e, face à sensatez do preço, a escolha foi para o Muros Antigos 2012, um alvarinho by Anselmo Mendes.

 

 

Em 2013 fui com os meus amigos do 4 Horas à Mesa à Festa do Alvarinho e do Fumeiro, em Melgaço, onde provámos bastantes vinhos desta colheita. No dia, ficámos com uma forte impressão de uma colheita muito marcada pela acidez. É claro que os vinhos não são todos iguais, nem Anselmo Mendes é um produtor igual aos outros e o tempo em garrafa também faz o seu trabalho. O facto é que fiquei encantado com o vinho, uma belíssima frescura equilibrava um corpo interessante, com o lado mais vegetal e ligeiro mineral da casta a dominar um aroma concentrado e um pouco perfumado.

Vários fatores contribuem para que um vinho nos saiba bem e nem todos estão associados às características organoléticas da bebida. Um belo peixe grelhado, um dia primaveril, a companhia da família, tudo contribuiu para um momento muito agradável, em que o vinho deu o seu contributo muito especial para enriquecer o momento. Mais uma vez, esta casta mostra o seu potencial e o produtor a qualidade dos seus produtos. Um brinde a ambos por este Muros Antigos 2012, que ainda poderá ser bebido durante uns anos, e também ao Cangalho, pela forma como o disponibiliza aos seus clientes.

publicado por momenta às 18:38
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Quinta-feira, 6 de Março de 2014

Redoma - tinto 1999

  Vinho Redoma
Tipo / Ano Tinto 1999
Castas  
Região Douro
Produtor Niepoort Vinhos
 
Opinião Muito bom
Data Prova Fevereiro 2014
Preço  

 

O Natal fez juntar-se ao conjunto este Redoma, colheita 1999. O péssimo mês de janeiro não proporcionou o momento certo para a abrir, mas fevereiro arrancou melhor e, em mais um almoço de família, os comparsas destas pérolas evoluídas protagonizaram nova degustação. Estava com alguma ansiedade sobre este vinho, porque mesmo sendo de gama já média/alta, não estava com aquele descanso dos topo de gama. Abri a garrafa, servi uma pequena amostra num copo e vejo uma impressionante cor rubi imaculada: sorriso de orelha a orelha e decantador com ele, não lhe falta força para aguentar a oxigenação violenta. Na prova confirmou a boa forma, ainda com fruta madura nos aromas, um bom corpo e a frescura de uma acidez ainda bem viva. Curiosamente, o almoço estendeu-se e após 3 horas decantado mostrou-se no seu melhor, completamente polido. Uma garrafa que ainda tinha uns anos pela frente. Muito bom, um encanto.

Uma questão importante: afinal, onde comprar estas raridades? Esta veio da confeitaria Marbela, em Esposende.

Como vou recordar este vinho: Um vinho em grande forma, que mostrou ainda ter caminho para andar. Boa surpresa, embora da Niepoort se espere grande qualidade, como foi o caso.

publicado por momenta às 18:33
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Terça-feira, 4 de Março de 2014

Quinta de Roriz - Tinto 1996

 

  Vinho Quinta Roriz
Tipo / Ano Tinto 1996
Castas  
Região Douro
Produtor Quinta de Roriz
   
Opinião Muito bom
Data Prova Janeiro 2014
Preço €32,00, Garrafeira Vinho e Prazeres

 

A garrafa provocava-me a cada visita à garrafeira, mas os €32,00 faziam de travão a uma compra de impulso para satisfazer a curiosidade crescente. As dúvidas sobre o estado do vinho eram relativas, porque, tratando-se de um topo de gama, a probabilidade de resistir à passagem do tempo era acima da média. De qualquer forma, há sempre um risco associado a comprar uma garrafa de uma colheita com 17 anos. Mas não estava sozinho nesta guerra e um familiar que partilha esta paixão juntou-se à causa e dividiu-se fatura e risco.

O dia da abertura finalmente chegou e com ele a primeira decisão importante: decantar ou não? Verti um pouco num copo e primeira boa impressão, uma bela cor rubi, com presença do alaranjado apenas qb; depois, um pouco de líquido na boca, onde ainda mostrava acidez e um corpo aceitável. Resultado: cumpria os critérios, logo, foi decantado para se libertar de tão longa prisão com porta de cortiça. Restou esperar pela hora de colocar os pés debaixo da mesa e usufruir deste néctar. Nariz focado nas especiarias, boca polida, com uma frescura excecional e um final enorme de sabor, elegância e encanto que só o tempo confere aos tintos. O resultado foi brilhante, um momento de puro prazer, com um néctar que não nos inspira um lençol de notas organoléticas, mas antes um momento de degustação marcante, encantador, único.

Como vou recordar este vinho:Bela evolução em garrafa, acidez fora de série. Um grande vinho, uma grande prova.

publicado por momenta às 00:24
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Segunda-feira, 3 de Março de 2014

Restrito - Tinto 2010

  Vinho Restrito
Tipo / Ano Tinto 2010
Castas  
Região Douro
Produtor Restrito Vinhos
 
Aspecto Rubi, ligeiro translúcido
Nariz Bem definido, fruta preta, especiarias
Boca O ataque é fresco. Na boca sentimos um corpo muito interessante, crocante e muito polido; estrutura leve de taninos e boa frescura. O meio de boca á dominado pela sensação de suavidade do corpo. Termina médio, boa persistência.
 
Opinião Muito bom
Data Prova Janeiro 2014
Preço Aprox. €7,00, Garrafeira Vinho e Prazeres

 

Após o grande escolha, o irmão de gama mais baixa também viu chegar a sua hora. Gostei muito deste vinho, embora no inicio tenha dado alguma luta, já que não respirou tempo suficiente antes da refeição inicar. Estava ainda um pouco forte. No entanto, completou a oxigenação no copo e mostrou todas as suas qualidades. Um belo vinho, que se bebe com muito prazer, caracterizado por uma elegância muito apelativa, que nos cativa e faz continuar a beber. É um vinho de que se gosta e ficamos a saber que o voltaremos a comprar. O preço está perfeitamente enquadrado no segmento em que, pessoalmente, coloco o vinho.

Como vou recordar este vinho: Confirma a qualidade do projeto Restrito (especialmente nos tintos). Polido, corpo acima da média, elegante, apelativo, gostei muito e fica como referência para o segmento dos €7,00-€8,00.

publicado por momenta às 11:05
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Quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014

Preguiça

Confesso: estou dominado por uma certa preguiça para fazer notas de prova de vinhos. É verdade que 2014 iniciou muito intenso, em termos familiares e profissionais, mas não seria correto fugir à verdade nua e crua.

Mas afinal porquê? Por um lado, a intensidade referida tirou-me disponibilidade para fazer as provas com a concentração habitual. Não diminuíram em quantidade, mas o focus é outro. Por outro lado, à medida que nos vamos familiarizando com a temática, começamos a perceber as limitações e standardização das notas de prova, digamos, tradicionais. Nos últimos tempos, comecei a preocupar-me mais com o que diferencia os vinhos que provo. Na verdade, cor, aroma, texturas, frescuras, finais e etc... são caracterizados sempre pelos mesmos epítetos, pelo que, facilmente, vinhos diferentes teriam descrições muito semelhantes. Nesse sentido, procuro terminar os posts com a nota: como vou recordar este vinho?, justamente à procura do que distingue aquele vinho em particular. Mas não é fácil, não é fácil... As notas de prova são uma base muito importante, que nos ajudam a iniciar neste mundo encantador e aditivo da degustação, mas, eventualmente, acabamos por encontrar a nossa própria voz, o que realmente queremos dizer sobre os vinhos, e acabamos por aproveitar apenas parte desse modelo. Se calhar, é mais uma fase de crise existencial vínica do que outra coisa...

Adicionalmente, estou cada vez mais apaixonado por vinhos tintos evoluídos. O mercado carrega-nos de novidades, com muita fruta, frescura e especiarias da barrica, mas as minhas preferências não andam por aí. Para que queremos a boca seca de acidez ou taninos, quando podemos ter polimento; para quê um final com acidez a estalar e “subir pelo nariz”, quando podemos ter persistência de sabores; será preferível os aromas repetitivos de fruta e especiarias ou a finesse e complexidade de um bouquet subtil e misterioso? Claro que os vinhos novos têm o seu lugar na harmonização, em especial com pratos mais fortes e gordos, mas gostar, tirar-me do sério, acontece uns anos após a colheita.

publicado por momenta às 19:42
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Segunda-feira, 13 de Janeiro de 2014

Restrito Grande Escolha - Tinto 2010

  Vinho Restrito Grande Escolha
Tipo / Ano Tinto 2010
Castas Touriga Nacional, Touriga Franca
Região Douro
Produtor Restrito Vinhos
 
Aspecto Rubi
Nariz Perfumado, fruta preta, especiarias
Boca O ataque é suave e fresco. Na boca sentimos corpo médio, boa estrutura de taninos, boa frescura. Final médio, bem persistente, elegante, saboroso, sedutor.
 
Opinião Muito bom
Data Prova Dezembro 2013
Preço €13,50, Garrafeira Vinho e Prazeres

 

Gostei muito do Restrito Grande Escolha. A Touriga Nacional é casta dominante, logo, torna-se fácil para mim gostar do vinho. Mas não fica por aí, temos um vinho sedutor, que nos conquista pela suavidade, frescura e sabor. Parece que se procurou um vinho de qualidade superior, mas com a elegância da Borgonha, o que foi conseguido. Recomendo vivamente, aliás, foi incluído nas inevitáveis prendas de Natal.

Como vou recordar este vinho: Um dos vinhos de 2013, pela versatilidade, qualidade e prazer na degustação. Boa surpresa.

publicado por momenta às 08:39
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Sexta-feira, 10 de Janeiro de 2014

Monte da Ravasqeira - Tinto 2011

  Vinho Monte Ravasqueira
Tipo / Ano Tinto 2011
Castas Syrah, Alicante Bouschet, Aragonez, Trincadeira, Touriga Franca, Petit Verdot
Região Regional Alentejano
Produtor Soc. Agric. D. Diniz
 
Aspecto Rubi
Nariz Fruta preta, tostados
Boca Entra fresco. Sentimos corpo médio, taninos polidos e frescura acentuada. A frescura domina a prova de boca, até ao final médio e algo acídulo.
 
Opinião Bom
Data Prova Soc. Agric. D. Diniz
Preço €5,50 Pingo Doce

 

Não há como fugir às palavras, este vinho estava um pouco desequilibrado, com a acidez a sobrepor-se aos restantes componentes. É claro que está em boas condições de consumo, acompanhou uma feijoada de forma aceitável (e note-se que o prato convive muito bem com acidez). Tive boas experiências com este produtor, por isso, confesso alguma desilusão.

Como vou recordar este vinho:

De um produtor que aprecio apareceu um vinho mais acídulo. Está bom, mas será conveniente que acompanhe pratos mais ricos.

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publicado por momenta às 08:49
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Segunda-feira, 6 de Janeiro de 2014

Restrito - branco 2012

  Vinho Restrito
Tipo / Ano Branco 2012
Castas Viosinho, Rabigato
Região Douro
Produtor Restrito, Produtos Vinícolas
 
Aspecto Amarelo citrino
Nariz Mineral, citrinos
Boca O ataque é suave e fresco. Na boca sentimos corpo médio, boa frescura. Mostra a acidez do Douro, vincada mas equilibrada. Termina médio, seco, fresco e cítrico.
 
Opinião Bom
Data Prova Dezembro 2013
Preço  

 

Gostei do vinho logo nos aromas, onde se identifica o perfil Duriense. Na boca, a frescura confirma o caráter e apenas o final limonado dá um toque mais transversal. Um vinho fresco e seco, a pedir comida a acompanhar.

Como vou recordar este vinho?

Agradável, seco, com o caráter do Douro a mostrar-se

publicado por momenta às 09:00
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Terça-feira, 3 de Dezembro de 2013

Quinta da Falorca Colheita Selecionada - Tinto 2005

  Vinho Quinta da Falorca Colheita Selecionada
Tipo / Ano Tinto 2005
Castas  
Região Dão
Produtor Quinta Vale das Escadinhas
 
Aspecto Rubi
Nariz Especiarias, madeira, nunaces fruta madura
Boca O ataque é suave e fresco. Na boca sentimos corpo médio, bela frescura, taninos evoluídos. Polido, fresco e equilibrado, termina elegante, saboroso, encantador.
 
Opinião Muito bom
Data Prova Novembro 2013
Preço €9,00, Garrafeira Vinho e Prazeres

 

Um vinho em grande forma. O tempo fez um belo trabalho e temos um néctar suave, atraente nos aromas e sabores e irresistível na elegância final. Proporciona grande prazer a beber, é um vinho que eleva uma refeição para um patamar superior. Muito bom, adorei.

 

Como vou recordar este vinho?

Um vinho com uma bela evolução em garrafa, bebido, provavelmente, no seu melhor, que contribuiu para reforçar o meu gosto por vinhos com alguma evolução.

publicado por momenta às 19:34
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Vale da Calada - Tinto 2009


Vinho Vale da Calada
Tipo / Ano Tinto 2009
Castas Aragonez, Trincadeira, Syrah
Região Reg. Alentejano
Produtor Herdade da Calada

Aspecto Rubi
Nariz Frutado, especiado
Boca Entra suave e fresco. Na boca sentimos corpo médio, taninos evoluídos, frescura agradável. Suave e polido, termina médio, seco e com ligeira acidez a mostrar-se.

Opinião Bom
Data Prova Novembro 2013
Preço €4,69, Pingo Doce

 

Vinho elaborado na centenária Herdade da Calada, cujos 35 hectares de vinha se localizam na região de Évora. Enquadra-se na gama intermédia do produtor, com estágio parcial do lote em barricas de carvalho.

Um vinho que o tempo terá suavizado um pouco e se mostra bem agradável, com boa frescura e ainda um pouco de acidez a marcar o final. Acompanhou uma cabidela de frango e harmonizou muito bem, já que acidez equilibrou com a intensidade do prato. Gostei.

 

Como vou recordar este vinho?

Vinho agradável, que ainda mantém boa vivacidade 4 anos após a colheita.

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publicado por momenta às 19:28
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Terça-feira, 29 de Outubro de 2013

Castelo de Arraiolos - Tinto 2012


Vinho Castelo de Arraiolos
Tipo / Ano Tinto 2012
Castas Trincadeira, Aragonez, Alicante Bouschet
Região Regional Alentejano
Produtor Soc. Agric Herdade Mouras Arraiolos

Aspecto Rubi
Nariz Sugestões frutadas e florais
Boca Entra suave. Mostra textura bem suave, quase cremosa, boa frescura, algum corpo. Concentração agradável, final médio, suave, agradável.

Opinião Bom
Data Prova Outubro 2013
Preço €1,49, Pingo Doce

 

Numa tarde de compras, o olhar pousa no cartaz chamariz do Pingo Doce. Entre outras coisas, mostra um vinho a €1,49 e penso: que estará dentro de uma garrafa vendida a este preço? Se contar com o custo da garrafa, rótulos, rolha, registos, custos produção, etc... onde estará a margem? Curiosamente, apresenta um preço inferior aos vinhos de marca própria do hiper. Não está ao meu alcance perceber isso, portanto, lá segui com a lista de compras para a semana e a curiosidade desperta. Claro que encontrei a garrafa logo à entrada e quando vi a dupla produtor/enólogo (Jaime Quendera) não hesitei e lá saltou para o carro. Teria pizzas ao jantar, portanto, a prova ficou agendada. De um vinho entrada de gama espero uma prova fácil; na minha opinião deve ser consensual, com presença de boca agradável e suave no final (aquela coisinha a queimar a garganta é algo que os consumidores dispensam). E pronto, teve tudo isso: foi agradável, consensual, preparado para um consumo descontraído. Cumpre o objetivo e pelo preço de um café conseguimos acompanhar o jantar com vinho (uma pessoa, uma garrafa para 3 dias).

Como vou recordar este vinho: Vinho agradável, conseguido, adequado para acompanhar as refeições simples e apressadas do dia-a-dia por um preço ultra competitivo.

publicado por momenta às 17:12
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Quinta-feira, 24 de Outubro de 2013

Herdade do Peso Colheita - tinto 2010


Vinho Herdade do Peso Colheita
Tipo / Ano Tinto 2010
Castas Aragonez, Alicante Bouschet, Alfrocheiro
Região Alentejo
Produtor Herdade do Peso

Aspecto Rubi
Nariz Especiado, frutado
Boca O ataque é suave. Na boca mostra bom corpo, estrutura taninos leve, ligeira acidez. Boa sensação de volume e concentração. Termina bem, elegante, saboroso.

Opinião Muito bom
Data Prova outubro 2013
Preço €5,60, Pingo Doce

 

Gostei muito deste vinho, entusiasmou-me. Vindo da zona da Vidigueira, mostrou a frescura que se esperava, ao mesmo tempo que me ligou ao perfil alentejano (o que valorizo). Tem as características que levaram ao sucesso da região (suavidade e sabor) e apresenta aspetos bem agradáveis à degustação (volume, aromas, madeira bem integrada). Na casa dos €5,00, é uma boa compra.

Como vou recordar este vinho: Vinho com caráter, muito agradável, apelativo. Perfeito para animar uma refeição em grupo. Não se esquece.

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publicado por momenta às 11:59
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Quarta-feira, 2 de Outubro de 2013

Vale da Mata - tinto 2008


Vinho Vale da Mata
Tipo / Ano 2008
Castas Syrah, Touriga Nacional, Aragonez
Região Regional Lisboa
Produtor Herdade do Rocim Terralis

Aspecto Rubi
Nariz Limpo, frutado, especiado, fumados
Boca O ataque é suave. Na boca sentimos um corpo bem constituído, estrutura de taninos leve, boa frescura. Termina médio, boa persistência e elegante.

Opinião Muito bom
Data Prova setembro 2013
Preço Cerca de €8,00, Garraf. Vinho e Prazeres

 

Quebrar preconceitos precisa-se, tal como sair da zona de conforto. Temos um vinho da região de Lisboa que tem tudo para agradar. Tem presença de boca muito boa, fresca e saborosa, e termina elegante, sedutor. Após a libertação das amarras psico-emocionais, este vinho tem tudo para nos proporcionar uma viagem com muito prazer à mesa. Gostei muito e parece-me bem enquadrado no preço.

Como vou recordar este vinho: Boa frescura, aromas limpos e difícil parar de beber. Duas pessoas quase terminaram a garrafa.

publicado por momenta às 08:33
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Quarta-feira, 25 de Setembro de 2013

Pedra Cancela - Branco 2009


Vinho Pedra Cancela
Tipo / Ano Branco 2009
Castas Encruzado, Malvasia Fina
Região Dão
Produtor J. C. Gouveia

Aspecto Amarelo palha
Nariz Delicado, fruta branca
Boca O ataque é suave. Na boca sentimos um bom corpo, textura suave, quase cremosa, boa frescura e sensação de volume. Bem equilibrado, a acidez está no ponto. O final é médio, suave e fresco.

Opinião Muito bom
Data Prova setembro 2013
Preço

 

Aprecio muito este vinho e a expetativa era elevada quanto ao estado de evolução. Fiquei dividido: se a evolução da textura e da acidez está impecável, os aromas delicados sugerem eventual adormecimento. No entanto, o potencial de evolução em garrafa compensa: está com ótima cor, equilíbrio e acidez, portanto, parece ter ainda muito para dar. Gostei muito.

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Sexta-feira, 20 de Setembro de 2013

Quinta da Sequeira - branco 2012


Vinho Quinta da Sequeira
Tipo / Ano Branco 2012
Castas Rabigato, Gouveio, Codega Larinho, Malvasia Fina
Região Douro
Produtor Mário Jorge Monteiro Cardoso

Aspecto Amarelo citrino
Nariz Delicado, fruta branca, citrinos
Boca O ataque é suave. Tem corpo médio, boa frescura, textura suave. Final médio, suavizado por uma acidez bem domada, ligeiramente guloso.

Opinião Bom
Data Prova setembro 2013
Preço Cerca de €8,00, Garrafeira Vinho e Prazeres

 

Este vinho é interessante. Não apresenta muita intensidade de aromas e sabores, mas porta-se muito bem na boca. É suave, fresco e tem um final mais doce do que seco que deixa uma sensação muito agradável quando o bebemos. Gostei, sem entusiarmar. Tem potencial para melhorar em garrafa, o que é um fator bem positivo. O preço entra num segmento com vinhos mais complexos e alguns com estágio em madeira, pelo que está acima do segmento onde enquadro este vinho.

publicado por momenta às 18:07
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