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Vinho | Adega Vila Real Grande Reserva |
| Tipo / Ano | Branco 2011 | |
| Castas | Viosinho, Malvasia Fina, Fernão Pires | |
| Região | Douro | |
| Produtor | Adega Coop. Vila Real | |
| Aspecto | Amarelo citrino fechado | |
| Nariz | Complexo, fruta e notas de madeira | |
| Boca | O ataque é suave. Na boca sentimos um bom corpo, com textura bem suave e boa frescura. Termina longo, suave, guloso, apelativo. | |
| Opinião | Muito bom | |
| Data Prova | Maio 2013 | |
| Preço | Cerca de €7,00, Garraf Vinho e Prazeres | |
Um vinho muito interessante, com a complexidade e estrutura das vinhas velhas, batonnâge e passagem por madeira. É muito sedutor na boca, pelo seu caráter algo guloso. É um branco que apresenta a frescura do género, mas que enche mais a boca do que a versões de gama mais baixa e tem um final bem mais persistente e saboroso. Gostei muito e recomendo, foi difícil parar de beber.
Uma das músicas míticas dos Pink Floyd com um participação simplesmente brilhante de David Bowie. Uma interpretação a transmitir os dramatismo e desespero da parte originalmente cantada por Roger Waters. Excelente acompanhamento do épico solo final de David Gilmour.
É por aqui que anda o meu youtube, com um concerto de uma tour que passou pelo Coliseu do Porto e consegui assistir. Virtuosismo à solta, mesmo que sob a forma de metal progressivo.
Um bolo muito simples e que resulta muito bem. As reações foram muito positivas, pelo menos até à data, e já tive pedidos de repetição. Na versão da foto acrescentei chocolate granulado e a minha mulher uma cobertura de chocolate (já é demais para mim...). Fica uma versão mais gulosa, mas são extras não essenciais (extra não essencial será uma redundância? Será melhor extra facultativo? Enfim...).
2 dl óleo
150 grs açucar
150 grs farinha
3 ovos
1 colher sobremesa de fermento
1 laranja (sumo e raspa)
Simplesmente juntar tudo e bater muito bem. Barrar a forma com margarina e farinha e vai ao forno. Normalmente escolho a temperatura de 180º, entre 50 a 60 minutos.
O PSI está à porta dos máximos de janeiro, logo, zona de resistência. Há que ter paciência... Hoje o BCE baixou a taxa de referência para 0,5%, mínimo histórico na zona Euro, mas o PSI acabou por fechar em baixa. Está a precisar de um empurrão.
A banca está à porta de resistências, logo, é provável que, se acontecer, tenhamos um salto conjunto.
A JM continua na zona dos €18,00, sem sinais de corrigir o disparo da semana passada.
A GALP voltou a arrefecer e à tepidez dos últimos tempos.
Hora de ter paciência e esperar que água mole em pedra dura...
Nota: Estes posts são apenas registo de operações e reflexões pessoais. Não devem ser interpretadas como aconselhamento, nem assumo responsabilidade pelas consequências para quem seguir algo aqui escrito. Para esse efeito há entidades profissionais e especializadas.
Tudo aponta para uma mudança de conjuntura. O PSI afastou-se da zona de suporte nos 5750 pontos e já está encostado ao máximo de janeiro, que foi de 6337. Nova luta nesta resistência, a que se pode seguir os 5600/5700.
A banca está com uma recuperação suave, na verdade tem resistências a superar e, portanto, é uma evolução degrau a degrau. Face aos volumes, parece que os grandes players ainda não entraram nos títulos, portanto, o melhor (ou o pior) ainda pode estar para vir.
A JM vai de máximo em máximo, estabilizou um pouco nos €18,00. Tudo é possível.
A GALP apresentou bons resultados e reagiu. Vamos ver se ataca os €12,40, uma barreira intransponível há meses, ou continua a lateralizar.
Estamos com bons indícios e já tivemos uma recuperação das perdas de março. Poderemos estar à porta de mais um salto, portanto, estar atentos às boleias. Entretanto, entrei na EDP dado que quebrou a resistência dos €2,50, objetivo €2,80.
Nota: Estes posts são apenas registo de operações e reflexões pessoais. Não devem ser interpretadas como aconselhamento, nem assumo responsabilidade pelas consequências para quem seguir algo aqui escrito. Para esse efeito há entidades profissionais e especializadas.
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Vinho | Quinta do Crasto Reserva – Vinhas Velhas |
| Tipo / Ano | Tinto 2010 | |
| Castas | Vinhas velhas | |
| Região | Douro | |
| Produtor | Quinta do Crasto | |
| Aspecto | Grená opaco, bordo nuances violáceas | |
| Nariz | Profundo, floral e frutado | |
| Boca | O ataque é suave e transmite uma sensação de volume que enche a boca. Encorpado, com taninos completamente envolvidos, boa acidez, tem textura aveludada. Final longo e persistente, elegante e encantador. | |
| Opinião | Excelente | |
| Data Prova | Março 2013 | |
| Preço | ||
A Quinta do Crasto situa-se em Gouvinhas, concelho de Sabrosa, sub-região Cima Corgo. Este vinho é proveniente da mistura de castas em vinhas com média de idade de 70 anos. O produtor tem 70 hectares de vinha na Quinta do Crasto, 10 hectares na Quinta do Querindelo e 114 hectares na Quinta da Cabreira, esta última localizada no Douro Superior. Não consegui ver a ficha técnica, portanto fico com dúvidas sobre a proveniência da uvas e respetiva sub-região.
Contactar com a excelência é muito importante. Quando bebemos um vinho desta qualidade os alarmes disparam, suspendemos qualquer outra atividade e mergulhamos na degustação de um vinho superior. Não são só características ao nível de aromas, texturas e afins, estes vinhos raptam-nos e elevam o prazer de beber a um outro nível. Brilhante com o cabrito ao almoço do domingo de Páscoa.
O PSI reagiu e voltou a situar-se acima da zona de suporte. Está na zona dos 5850. A luta pelo bull market continua e a conjuntura ajuda, com alguma serenidade na Europa.
Na banca a estabilidade do BES contrasta com a novidade da venda da operação Grega do BCP. A confirmação oficial foi a 22/04, mas não gerou a euforia que os pequenos investidores aguardavam, já que fechou com uma valorização de 2% e um volume negociado pouco acima da média. A ver se os próximos dias trazem subidas para o BCP.
A JM, em poucos dias, viajou do suporte ao máximo histórico. Aguarda-se a apresentação de resultados a 24, que costuma originar quedas na cotação. Normalmente, são boas oportunidades de entrada. Fiz uma pequena mais valia e vou aguardar pelos próximos dias.
A GALP continua num marasmo. Neste momento, encontra-se pouco acima do suporte e sem entusiasmo, em pleno float. A sombra da ENI é muito grande.
Altura para estarmos atentos, já que o PSI pode levantar-se e brindar-nos com umas boas subidas. Aguardar pela confirmação da tendência e aproveitar a boleia.
Nota: Estes posts são apenas registo de operações e reflexões pessoais. Não devem ser interpretadas como aconselhamento, nem assumo responsabilidade pelas consequências para quem seguir algo aqui escrito. Para esse efeito há entidades profissionais e especializadas.
A edição de março da RV foi algo atípica, dada a reportagem sobre o evento dos melhores do ano e a informação sobre o novo site. O destaque foi para os tintos do Tejo, uma região renascida e objecto de críticas muito positivas sobre o resultado desse processo. Pelos meus lados ainda não é uma região com presença nas prateleiras de venda ao público, já que apenas Quinta da Alorna, Conde de Vimioso e Cabeça de Toiro se conseguem encontrar. O que conheço da região agrada-me e apresenta boa relação qualidade/preço.
Outros destaques:
- Tintos de tintureiras, visão muito interessante sobre as castas que conferem mais intensidade corante aos vinhos. Pessoalmente, provei vários vinhos de Alicante Bouschet de que gostei e o Sousão Duriense também já se mostrou muito bem;
- Hawke's Bay, um passeio agradável por mais uma região da Nova Zelândia, que se inspirou na tradição Francesa;
- Carnes Maturadas, um tema completamente fora de algo que eu conheça, mas foi muito interessante saber um pouco mais e verificar os pontos positivos do processo.
Mais 4 sugestões para possível compra adicionadas à lista.
Uma garrafa que apareceu num simpático almoço de Domingo, trazida por um familiar que dá uma voltas pela Europa. Numa passagem por França, escolheu este bordéus.
De França chega-nos um vinho bem marcado pela madeira, frescura interessante e estágio a conferir um caráter bem seco. Conheço poucos vinhos nacionais com este perfil, já que por cá se aposta num trabalho de barrica mais suave, o único que me lembro é o Serra Mãe 2005. Este não deslumbra, embora seja um vinho de qualidade.
A descidas regressaram e o PSI 20 volta à zona de suporte. Mais um teste de fogo e confirmação ou rutura de suporte. Se não aguenta nos 5500/5750, será de esperar quedas mais violentas; se o suporte é confirmado, então há forças redobradas para novas e, espera-se, fortes escaladas. O ressalto no suporte deixou alguns gap up's, que estarão à espera de ser fechados. A ver vamos.
A JM voltou à zona de suporte, nos €15,70, depois da aproximação ao seu máximo nos €16,60.
A GALP está com quedas acentuadas e no limite do suporte dos €11,50. Se não aguentar, poderemos assistir a quedas mais violentas. Título com algumas nuvens cinzentas por perto...
A banca estará a fechar gap's, o que o BES já fez. Aguardar, aguardar, aguardar...
De novo numa fase decisiva, esperemos que os touros tenham força para segurar o o PSI.
Nota: Estes posts são apenas registo de operações e reflexões pessoais. Não devem ser interpretadas como aconselhamento, nem assumo responsabilidade pelas consequências para quem seguir algo aqui escrito. Para esse efeito há entidades profissionais e especializadas.
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Vinho | Quinta do Cardo Sel. Enólogo |
| Tipo / Ano | Tinto 2009 | |
| Castas | Touriga Nacional, Tinta Roriz, Touriga Franca | |
| Região | Beira Interior | |
| Produtor | Companhia das Quintas | |
| Aspecto | Rubi, bordo violáceo, concentrado | |
| Nariz | Floral, frutado, torrado | |
| Boca | Entra suave. A boa concentração transmite sensação de volume, enche a boca de sabor. Com corpo médio, taninos polidos e boa frescura, tem uma presença muito agradável. Termina longo, saboroso e elegante. | |
| Opinião | Muito bom | |
| Data Prova | março 2013 | |
| Preço | €5,30, Garrafeira Vinho e Prazeres | |
A Quinta do Cardo situa-se em Figueira de Castelo Rodrigo, região Beira Interior, sub-região Castelo Rodrigo. Os seus 80 hectares de vinha situam-se a uma altitude de 700mts, o que as torna as mais altas de Portugal.
Quando o rótulo diz seleção do enólogo tenho tendência a criar expetativas elevadas. A experiência tem sido boa e esta foi mais uma. Este Beira Interior com castas tradicionais é um vinho muito bom, quase opaco, intenso no aroma, saboroso e muito suave, bebe-se com muito prazer. Um vinho que vai ao encontro do que aprecio atualmente. Bela compra, recomendo.
Quando bebemos um vinho varietal apreciamos o vinho e as características da casta que deu origem. Neste caso, encontramos pouca intensidade aromática, perfil cítrico e boa acidez. Apresenta uma característica interessante: textura suave, na boca não é só frescura. Fez uma boa parceria com um arroz de tamboril e gambas, gostei.
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Vinho | Pedra Cancela Seleção Enólogo |
| Tipo / Ano | Tinto 2010 | |
| Castas | Alforcheiro, Tinta Roriz, Touriga Nacional, Jaen | |
| Região | Dão | |
| Produtor | João Coelho Gouveia | |
| Aspecto | Rubi | |
| Nariz | Complexo, frutado, especiado | |
| Boca | O ataque é suave. Na boca sentimos o corpo médio, boa frescura e taninos redondos. O final é longo, saboroso, complexo, ligeira acidez a dar vida, mas muito suave. | |
| Opinião | Muito Bom | |
| Data Prova | Fevereiro 2013 | |
| Preço | €6,00 com a Revista Vinhos | |
| Prova RV | Uma edição limitada de um vinho feito a partir das castas Alfrocheiro, Tinta Roriz, Touriga Nacional e Jaen. Tem o carácter vincado dos modernos tintos do Dão, com aroma fino e intenso a flores do campo e frutos vermelhos, taninos sedosos e uma grande frescura de boca. Final amplo, vivo e sumarento, muito gastronómico. |
Os olhos brilharam quando vi o nome do vinho que veio com a RV de Fevereiro. Projecto recente, do qual gostei tudo o que provei. Esta edição especial não fugiu ao habitual e revelou-se muito bom. Um óptimo trabalho de barrica, a conferir carácter a um vinho sedutor, que acompanhou muito bem umas costelinhas grelhadas.
O PSI reagiu à zona de suporte entre 5500 e 5700 em forte alta e ontem fechou perto dos 6000 pontos. A banca brilhou bem alto, com valorizações superiores a 10%, bem acompanhada pelos restantes títulos. Agora, fica a interrogação: ressalto no suporte e regresso às quedas, ou inversão de tendência? O mercado dirá nos próximos dias, mas não vamos menosprezar um dia de subida superior a 4%. Na bolsa não tenho opinião, limito-me a tentar seguir o mercado.
A banca subiu e recuperou parte do que caiu nas últimas semanas. Todos os holofotes estão sobre o sector, ansiosos por saber se temos a aguardada recuperação. Atacaram as médias móveis de curto prazo, vamos ver se testam as de médio prazo.
A JM voltou a mostrar a sua força e aproximou-se do seu máximo histórico, com fecho a €15,53. Teremos novos máximos a caminho?
A GALP recuperou para a zona dos €12,00, mas aparenta pouca força. Resistiu bem nas últimas semanas, com boas notícias, mas não reage como outros títulos nos períodos de subida.
Aproveitei para fazer a mais-valia na Jerónimo Martins e arriscar BCP, para tentar resolver o problema de um pequeno lote. Objectivo para 11/04: 10 cts no BCP. Que o mercado esteja comigo.
O PSI está na batalha do regresso às subidas e importante confirmação de bull market, portanto, força touros.
Nota: Estes posts são apenas registo de operações e reflexões pessoais. Não devem ser interpretadas como aconselhamento, nem assumo responsabilidade pelas consequências para quem seguir algo aqui escrito. Para esse efeito há entidades profissionais e especializadas.